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Polestar quer «mais transparência climática»: já são públicas as emissões geradas pela produção e transporte do Polestar 5

©Polestar | 5©Polestar

A Polestar divulgou a avaliação completa do ciclo de vida (Life Cycle Assessment, LCA) do Polestar 5, num relatório que inclui «todas as emissões» associadas a este modelo, desde a «extracção das matérias-primas até à produção e entrega ao cliente».

Segundo a marca, nesta caso, a pegada de carbono cradle-to-gate é equivalente a «23,8 toneladas de CO₂». Por exemplo, o alumínio é produzido com eletricidade renovável, o que contribui para a «redução de emissões». No Polestar 5, «83% deste material vem de fundições alimentadas por energia limpa e 13% é reciclado»; segundo a marca, isto «evita mais de 14 toneladas de CO₂ por veículo face a processos convencionais».

O Polestar 5 tem, ainda, «compósitos de fibra natural» desenvolvidos com a Bcomp, baseados em linho, além de «materiais reciclados como alcatifas Econyl feitas a partir de redes de pesca e têxteis PET reciclados».

«Não se pode reduzir aquilo que não se mede», lembra Fredrika Klarén, responsável de sustentabilidade da Polestar. «Tornar visível a pegada de carbono de um automóvel ajuda a indústria a perceber onde ocorrem as emissões, sobretudo nos materiais e na produção». O relatório completo pode ser lido aqui.

Para a responsável, esta transparência é «essencial para escalar materiais de baixo carbono, energia renovável e soluções circulares capazes de reduzir o impacto climático dos automóveis». Esta abordagem deverá ser seguida aquando do lançamento dos futuros modelos da marca.