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Peugeot liderou vendas em Portugal durante Outubro

A Peugeot, à semelhança do mês de Setembro, voltou a liderar a venda de automóveis de passageiros em Portugal durante o mês de Outubro, registando um crescimento de 6,1% numa altura em que o mercado em Portugal está a cair 12,2%.

A Peugeot conseguiu repetir o feito do mês de Setembro, ao conseguir conquistar o primeiro lugar na venda de automóveis de passageiros durante o mês de Outubro, bem como na venda de ligeiros e comerciais ligeiros. Através deste resultado, a Peugeot conseguiu obter o melhor registo das cinco primeiras marcas do ranking. Ao todo, a Peugeot conseguiu vender 1678 viaturas de passageiros, o que representa um crescimento de 6.1% face ao período homólogo.

Para tal contribuiu a “ofensiva SUV” da Peugeot, com o 2008 a conseguir ultrapassar o 208 com 430 matrículas durante o mês de Outubro, face às 356 matrículas do 208, sendo seguido pela família 308 e 308 SW com 385 unidades, 3008 com 283 unidades e 5008, com 117 unidades. Porém, desde o início do ano, o Peugeot 208 continua a dominar as vendas, com 5769 unidades, seguindo-se do 2008 com 4368 e 308 com 3919 unidades.

No total de todos os modelos comercializados, desde o início do ano, a Peugeot já conseguiu vender 19645 unidades, o que resulta num crescimento de 10% face ao mesmo período em 2017. No que toca ao mercado de comerciais ligeiros, a Peugeot Partner voltou a representar grande parte do volume de vendas realizado, com 419 das 502 unidades comercializadas, mesmo tratando-se de um modelo que está em fim de vida, estando previsto para breve o início da comercialização da nova geração.

Desde Janeiro, a Peugeot Partner conta já com 4533 unidades vendidas, num total de 5368 matrículas registadas. Este resultado representa um crescimento de 7.2% face aos primeiros 10 meses do ano de 2017. No conjunto do mercado de veículos de passageiros e comerciais ligeiros, a Peugeot registou 2180 matrículas, o que representa uma quota de mercado de 12.7%, volume 1,7% superior ao de há um ano, isto num mês em que o mercado nacional caiu 9,7%.

Gustavo Dias