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Rolls Royce despede-se da sétima geração do Phantom com exemplar único

Com mais de 90 anos de história, a família Phantom representou, desde o primeiro modelo (de 1925) o expoente máximo da indústria automóvel. Como forma de despedir-se da sua sétima geração, a Rolls Royce lançou um último exemplar, a partir da fábrica de Goodwood, que se destaca por ser um modelo único, com inúmeros elementos personalizados, destinado a um conhecido coleccionador, do qual o fabricante optou por não revelar o seu nome, bem como o preço deste exclusivo exemplar.

Este modelo, que recorre ao chassis de longa distância, utiliza como tema os gigantescos transatlânticos que fizeram carreira nos anos 30, razão pelo qual utiliza uma cor exterior Blue Velvet com dupla lista lateral, pneus com risca exterior branca e o Spirit of Ecstasy das jantes em prata maciça. Já no interior, este Phantom mantém a inspiração náutica, razão pelo qual utiliza uma pele em azul “pó de talco”, diversos elementos em madeira com a silhueta de um paquete, bem como das ondas do mar, tal como em alguns elementos nas costuras dos bancos e das forras das portas.

Destaque ainda para a utilização de dois relógios instalados, um no painel frontal e outro na traseira, sendo o primeiro inspirado na máquina do tempo de HG Wells, podendo o proprietário rodar a coroa de acordo com os 24 fusos horários reproduzidos no mesmo. Em termos de motorização, este Phantom continua a usar o conhecido 6.75 V12 atmosférico de 460 cavalos de potência e 720 Nm de binário.

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Gustavo Dias